17 fevereiro, 2006

Velho provérbio Hebreu

"Se tu não fores por ti, quem será?
Se fores apenas por ti, o que és tu?"
(ainda retirado da mesma fonte que o excerto anterior)

Por vezes acho que a Humanidade já sabe tudo o que precisa de saber. O problema é fazer 5 biliões recapitularem a matéria dada nos últimos 100 000 anos.

8 comentários:

sm disse...

Se calhar, mais do que a ignorância ou esquecimento, o problema é como pô-lo na prática.

L. Rodrigues disse...

Lembra-me aquela ideia que surgiu quando ums dos primeiros turistas espaciais fez a sua viagem.
Na altura alguém propôs:
"Vamos vestir-nos de macaco, para lhe fazer uma surpresa quando ele sair da cápsula. Mas têm que alinhar todos!"

João Villalobos disse...

Não é uma questão de «matéria« (entenda-se: de recapitular informação) mas pelo contrário de abandono da complexidade, para que se veja o que permanece desde sempre que seja realmente preciso saber. E que são os mesmos valores que sempre foram, para a humanidade e para cada um de nós.

L. Rodrigues disse...

Matéria dada pretendia ser uma metáfora, para precisamente ir ao encontro do que permanece. O conhecimento, esse, irá sempre avançar, a sabedoria já por cá andou, muitas vezes, sob diversas formas.

Anónimo disse...

"O meu problema não é a omnisciência de Deus: é a omnisciência do Diabo."
Seguindo o critério de começar pelo mais importante, comecei pela frase. Se não é um velho provérbio hebreu bem podia passar a ser. Passo a outros dados. Proveniência: a concorrência, ou seja um blog de um outro amigo que tenho o vício de visitar regularmente (o blog, não o amigo, hélas) e que é o traducaosimultanea. Autoria: não mencionada no dito blog, mas perfeitamente ao alcance do dito amigo. O factor anonymous à cabeça deste commentário: a rever brevemente, mas ainda não sei bem como. O que vale é que, pelo menos neste caso, não é importante.

José, o Alfredo disse...

Ultrapassado o anonymato, eis-me a dizer alguma coisa sobre o assunto. Ou melhor, sobre o papel do blogger na difusão do velho provérbio hebreu. E a minha questão é: será que o Matinal é o/um legítimo herdeiro desta sabedoria ancestral? Baixando o nível: será que o velho provérbio ecoava na cabeça do Homem (Eduardo) no momento, para não lhe chamar o acto, da criação?

L. Rodrigues disse...

Obrigado pelo contributo josé. No entanto esqueci-me de avisar que esta, é tanto quanto possível, uma ZLP.

(Zona Livre de Publicidade)

L. Rodrigues disse...

Vírgulas...