Alguns bloguistas e não só, animados da mais profunda preocupação pela sanidade emocional dos simpatizantes do novo presidente dos Estados Unidos, acham por bem alertar para os perigos de uma desilusão futura.
A eles recomendo este textinho de Ezra Klein.
"My basic emotion is relief. The skill of an Obama administration has yet to be proven. The structure of our government will prove a more able opponent of change than John McCain. But for the first time in years, I have the basic sense that it's going to be okay. Not great, necessarily. And certainly not perfect. But okay. The country will be led by decent, competent people who fret over the right things and employ the tools of the state for recognizable ends. They may not fully succeed. But then, maybe they will. At the least, they will try. And if they fail in their most ambitious goals, maybe they will simply make things somewhat better. After the constant anxiety and uncertainty of the last eight years, maybe that's enough."
Estão a perceber???
05 novembro, 2008
03 novembro, 2008
O Designorado comprometido
Chris Hayes, editor do "The Nation", no seu blogue pessoal chamou a este video "Inspiration Porn"
Na véspera das eleições americanas, o Designorado manifesta o seu apoio Barack Obama, esperando que isso não lhe custe muitos votos.
Na véspera das eleições americanas, o Designorado manifesta o seu apoio Barack Obama, esperando que isso não lhe custe muitos votos.
Porque é que o economista atravessa a rua?
Porque os outros também.
O recorrente Dean Baker alerta-nos para um artigo de Robert Shiller no NYT, onde este revela que uma das razões porque não houve mais vozes dissonantes a alertar para a bolha imobiliária e os concomitantes sinais de crise financeira, foi mais ou menos a mesma que leva bons meninos a fazer más acções: pressão do grupo.
Ser do contra, no meio dos economistas, é mais grave do que estar certo.
Se se é contra, coloca-se a carreira em perigo, não se é convidado para as universidades ou para aparecer na TV, ou para ter uma coluna num jornal influente. Errar não tem problema porque se pode sempre dizer que ninguém podia acertar. Os que previram não pertenciam ao grupo e portanto não eram ouvidos, nem vão ser...
E o melhor de tudo, no fim ninguém é penalizado por aquilo que afinal é incompetência grosseira.
Usando os exemplos de Baker, se o meu ofício for lavar pratos e regularmente partir a louça toda, não duro muito tempo... Já os economistas (os do Grupo), são todos cunhados do patrão.
O recorrente Dean Baker alerta-nos para um artigo de Robert Shiller no NYT, onde este revela que uma das razões porque não houve mais vozes dissonantes a alertar para a bolha imobiliária e os concomitantes sinais de crise financeira, foi mais ou menos a mesma que leva bons meninos a fazer más acções: pressão do grupo.
Ser do contra, no meio dos economistas, é mais grave do que estar certo.
Se se é contra, coloca-se a carreira em perigo, não se é convidado para as universidades ou para aparecer na TV, ou para ter uma coluna num jornal influente. Errar não tem problema porque se pode sempre dizer que ninguém podia acertar. Os que previram não pertenciam ao grupo e portanto não eram ouvidos, nem vão ser...
E o melhor de tudo, no fim ninguém é penalizado por aquilo que afinal é incompetência grosseira.
Usando os exemplos de Baker, se o meu ofício for lavar pratos e regularmente partir a louça toda, não duro muito tempo... Já os economistas (os do Grupo), são todos cunhados do patrão.
30 outubro, 2008
Agora, coisas sérias
A minha banda sonora e paisagem para a próxima semana, no mínimo.
The Ink Spots, "I don't want to set the world on fire".
The Ink Spots, "I don't want to set the world on fire".
29 outubro, 2008
Coisas que me ocorrem
Interrompo o silêncio só para dizer que se tivesse que lançar um boneco tipo chorão, na Babilónia, um bom nome podia ser Nanucodonosor.
PS, com a cumplicidade do meu amigo José, o Alfredo, posso acrescentar que no Egipto Ptolemaico poderiam ter sucesso os cleopatinhos de borracha.
PS, com a cumplicidade do meu amigo José, o Alfredo, posso acrescentar que no Egipto Ptolemaico poderiam ter sucesso os cleopatinhos de borracha.
24 outubro, 2008
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