Para todos os que deixaram de ser teenagers nos anos 80.
Morreu John Hughes.
Fica aqui uma homenagem lateral:
Creio que a Molly Ringwald está bem de saúde, mas não garanto.
07 agosto, 2009
31 julho, 2009
E também o dia do contrário.
Hoje tive a minha primeira aula de condução. O resultado não foi orgasmático.
24 julho, 2009
O topo da pirâmide e a armadilha da ética.
Em dois posts de 2006, aflorei um estudo de Neuroeconomia que demonstrava a existência de 2% de pessoas que são incapazes de cooperar, e de respeitar as regras básicas de reciprocidade que alicerçam as construções sociais. Nesses estudo era identificado um neurotransmissor, a Ocitacina, como estando deficientemente representado nesses indivíduos.
Na altura não pensei nisso, ou não sabia, mas o número de 2% é consistente com o que já se sabia há algumas décadas na psicologia/psiquiatria. Há 2% de pessoas que são indiferentes ao sofrimento dos outros. Milgram, antes de executar a sua famosa experiência (que demonstra que em certas situações todos nos podemos tornar monstros), perguntou aos seus colegas qual a percentagem de pessoas que previam que fosse infligir sofrimento aos "sujeitos" da experiência. E a resposta foi 2%, o número de sociopatas médio.
Agora, imaginemos uma ordem socio/politico/económica, que recompensa de forma substancial os comportamentos egoistas. Imaginemos que o egoismo — tratar apenas de si próprio, deixar que cada um trate de si — é considerado a única atitude verdadeiramente moral. Uma sociedade assim vai forçosamente ter uma proporção muito maior daqueles 2% nos seus exemplos de "sucesso". São esses os que vencem, os que servem de exemplo, e os que acabam por deter o poder, e ter maior capacidade de influenciar as próprias sociedades.
Tenho a certeza de que demonstrar o que digo é simples, matematicamente, e do senso comum sem precisar de fórmulas nenhumas.
Ou seja, imaginando que, por absurdo extremo, acontecia agora algo do género da revolução francesa, iriam morrer muito menos inocentes na guilhotina. Mas, felizmente, para mim e para 98% de quem me lê, isso ainda seria intolerável e por isso, infelizmente, os psicopatas podem continuar tranquilamente no poder.
Na altura não pensei nisso, ou não sabia, mas o número de 2% é consistente com o que já se sabia há algumas décadas na psicologia/psiquiatria. Há 2% de pessoas que são indiferentes ao sofrimento dos outros. Milgram, antes de executar a sua famosa experiência (que demonstra que em certas situações todos nos podemos tornar monstros), perguntou aos seus colegas qual a percentagem de pessoas que previam que fosse infligir sofrimento aos "sujeitos" da experiência. E a resposta foi 2%, o número de sociopatas médio.
Agora, imaginemos uma ordem socio/politico/económica, que recompensa de forma substancial os comportamentos egoistas. Imaginemos que o egoismo — tratar apenas de si próprio, deixar que cada um trate de si — é considerado a única atitude verdadeiramente moral. Uma sociedade assim vai forçosamente ter uma proporção muito maior daqueles 2% nos seus exemplos de "sucesso". São esses os que vencem, os que servem de exemplo, e os que acabam por deter o poder, e ter maior capacidade de influenciar as próprias sociedades.
Tenho a certeza de que demonstrar o que digo é simples, matematicamente, e do senso comum sem precisar de fórmulas nenhumas.
Ou seja, imaginando que, por absurdo extremo, acontecia agora algo do género da revolução francesa, iriam morrer muito menos inocentes na guilhotina. Mas, felizmente, para mim e para 98% de quem me lê, isso ainda seria intolerável e por isso, infelizmente, os psicopatas podem continuar tranquilamente no poder.
20 julho, 2009
Man on the moon.
Já que toda a gente faz o mesmo,
hoje é dia de ir repescar o que eu suspeito foi o primeiro post de youtube no Designorado.
hoje é dia de ir repescar o que eu suspeito foi o primeiro post de youtube no Designorado.
19 julho, 2009
18 julho, 2009
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